Existem mulheres que já renasceram e outras que ainda estão aprendendo a respirar de novo. Algumas já encontraram o amor depois da tempestade, outras ainda caminham em meio aos escombros tentando lembrar quem eram antes da dor. Mas todas têm algo em comum: carregam dentro de si a centelha divina que insiste em reacender, mesmo quando o vento sopra forte demais.
Este texto é para cada uma de vocês.
Para as que já descobriram que o amor de Deus é abrigo e recomeço, e para as que ainda estão sendo moldadas no silêncio.
Porque renascer não é voltar a ser quem você era é florescer diferente, mais firme, mais inteira, mais Sua.
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Houve um tempo em que você acreditou que o chão tinha desaparecido. As certezas ruíram, os planos se quebraram, e o silêncio de Deus pareceu mais alto do que qualquer resposta. Mas o que você não sabia é que, mesmo nas cinzas, o Espírito já soprava vida. Porque Deus é especialista em recomeços, e toda mulher carrega em si um reflexo desse poder divino de renascer. Arde, despenca, chora… mas nunca deixa de ser chama. E, quando o tempo certo chega, ela abre as asas, mais largas, mais firmes, mais belas e voa outra vez.
A Bíblia nos lembra que “os que esperam no Senhor renovarão as suas forças; subirão com asas como águias, correrão e não se cansarão, caminharão e não se fatigarão” (Isaías 40:31). É assim que Deus trabalha: Ele não apressa o voo, mas prepara a asa. Ele nos ensina a esperar, mesmo quando a espera parece injusta, porque há um tempo perfeito para toda dor florescer em propósito. Você já não é mais a mulher que chorava sobre os cacos do que foi. É a mulher que aprendeu a se erguer sobre as promessas do que virá. Não a que ficou no escuro, mas a que aprendeu a fabricar sua própria luz, porque entendeu que a verdadeira luz sempre esteve dentro dela, colocada ali por Deus. E então o amor chegou. Não como muleta, nem como salvação, mas como sinal de um novo tempo.
Chegou como resposta suave, como cuidado divino, como prova de que o amor de Deus também se revela através de pessoas. Hoje, o céu sobre você é outro. E cada amanhecer é lembrança de que o Deus que permite a dor é o mesmo que escreve a cura. Ele não desperdiça lágrimas. Então, celebre.
Celebre o amor que chegou, mas celebre também o amor que te sustentou quando ninguém mais via.
Celebre a família que se forma, mas celebre primeiro a fé que te manteve de pé.
E lembre-se sempre: antes de ser esposa, mãe, irmã, chefe ou qualquer papel que a vida te peça, você é filha.
Filha de um Deus que renova, restaura e refaz todas as coisas, inclusive você. Você não apenas sobreviveu. Você renasceu.
E renasceu no amor, aquele que vem do alto, que não se apaga e que segue te guiando, passo a passo, rumo a voos ainda maiores.
Love love love, Lu.
